Bem vindos, alunos e demais visitantes!

Este blog foi criado para dar apoio a nossas atividades acadêmicas na disciplina de Estética e História da Arte. Aqui você vai encontrar nosso Programa de Ensino e Aprendizagem com um cronograma de todas as nossas aulas, instruções para elaboração de trabalhos e material de apoio de aulas. Além disso, conto com a ajuda de todos vocês para transformar esta página em uma extensão virtual da sala de aula, compartilhando nossas reflexões, produções e aprendizado.

Bons estudos!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Aula 04. Arte e poder: O papel político da arte na Antiguidade e na Modernidade

Principais tópicos abordados:
1. Arte e política
2. O caso do Egito Antigo
3. O caso do Império Romano
4. O caso da Alemanha Nazista
5. A Academia Imperial de Belas Artes do Brasil
6. Estudo de caso: Pedro Américo

Eu acabei preparando mais material para esta aula do que conseguimos ver em sala de aula, porque preferi dar mais atenção à interpretação de cada obra de arte do que simplesmente mostrar um monte de coisas sem poder explicar direito. Por isso, nos slides, vocês encontrarão alguns materiais que eu não explorei em aula - tentarei falar sobre eles na aula da próxima semana, OK?



Se você não consegue visualizar os slides acima, clique aqui.

Também prometi postar aqui um exemplo de filme de propaganda política da Alemanha nazista. Escolhi aquele que talvez seja o mais chocante e conhecido deles: O Judeu Eterno, produzido em 1940 e dirigido por Fritz Hippler. Desde já, peço desculpas aos judeus e leitores de família judaica pelos ultrajes contidos no filme, mas o horror do holocausto não pode ser esquecido. Segue abaixo um pequeno trecho do filme. Para quem tiver estômago e curiosidade, o filme pode ser encontrado na internet na íntegra sem dificuldades.

video


sexta-feira, 23 de março de 2012

Na aula de 12 de março, tivemos um estudo de caso referente a 02 obras. A 1° O Rapto Das Sabinas (1799) de Jacques Louis David, e a 2° obra de Pablo Picasso Guernica (1937). Nesta aula fizemos a analise das duas obras.

O Rapto das Sabinas é o nome pelo qual ficou conhecido o episódio lendário da história de Roma em que a primeira geração de homens romanos teria obtido esposas para si através do rapto das filhas das famílias sabinas vizinhas.
Nesta obra, percebe-se um duelo com utilização de muitos armamentos, onde se podem  ver as próprias Sabinas tentando impedir esta batalha, que está sendo disputada entre seus maridos e familiares. Mesmo com diversas crianças assistido esta guerra, existem muitas pessoas mortas. As Sabinas foram os reais motivos que geraram essa guerra. Em sua obra, o artista encarou a guerra como uma questão de “honra e prioridade”, pois se refere às “Sabinas” que eram as esposas de uma parte dos combatentes e também eram filhas da outra parte dos combatentes, que batalharam justamente por estes dois motivos.
Ainda na obra do “Rapto das Sabinas”, fizemos uma análise complete, e a escolhemos por ser uma obra mais chamativa e interessante visualmente.
Descrição pré-iconográfica: existem várias figuras aglomeradas em um campo aberto, utilizando as cores nos tons de marrom e vermelho, com muito contraste, tendo uma figura em destaque que separa e coloca uma divisão entre os grupos.
Análise iconográfica: é retratada uma guerra entre povos distintos, que representa os pais lutando pelas suas filhas “seqüestradas”, tentando tirá-las dos próprios maridos, passando conscientemente uma imagem brutal.
Interpretação iconológica: nesta obra o artista põe em questão a decisão das mulheres de optarem por ficar ao lado dos maridos ou dos familiares, que disputam com o objetivo de tê-las. É fácil perceber que existe um conflito entre os povos e para o artista é uma situação caótica, desorganizada, com grande aglomeração de pessoas, passando uma imagem real da guerra com cores chamativas.



Guernica é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937, tela pintada a óleo, que retrata o bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco Franco. Atualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
Na obra de Picasso, entende-se que já ocorreu uma guerra, pois é fácil perceber pessoas mortas e desmembradas, objetos quebrados, como por exemplo, a espada. A batalha ocorreu em um ambiente fechado, com pouca luminosidade e com grande aglomeração de pessoas. Observando mais detalhadamente, percebe-se a utilização das formas geométricas, retratando algo sombrio pelo fato da obra não impor cores vivas. Também aparecem animais que eram muito presentes nas obras de Picasso, porém até hoje não se tem uma definição da mensagem que o autor tentou passar através destes animais. Nesta obra, a guerra era retratada como uma questão política, onde a oposição não aceitava o mandato do ditador, gerando assim toda esta disputa e destruição.

      KAMILA FREITAS MOREIRA
      ERILANY BARROS DE SOUSA
      THAIS OLIVEIRA DA SILVA        
      ROSILENE SOUSA OLIVEIRA        
     



quarta-feira, 21 de março de 2012



Com base na aula do dia 13 podemos concluir que uma das é um item que era usado em julgamentos e a outra uma obra de arte de Pablo Picasso. A semelhança entre ambas é clara quanto ao rosto, por que podemos observar as formas finas e alongadas.
As duas possuem finalidades diferentes como a pimeira figura (à esquerda) criada para uso prático em julgamentos, já a segunda figura (à direita) é uma obra de arte criada para ser apreciada, além de refletir emoções .

Mais qual seria a inteção de Pablo Picasso ao expressar em sua obra o rosto baseado na mascara ?

Nada mais que omitir, esconder os sentimentos da então Prostituta, pois se olharmos a primeira figura é uma mascara usada por juizes em julgamentos pelos quais não poderiam representar emoções e sim deveriam ser imparciais alem de ser uma forma de diferenciar a figura da autoridade, então podemos concluir que uma mulher a qual Pablo Picasso expressou não poderia sentir emoções, deveria ser imparcial independente do cliente, pois estaria à negocios, além de que as Protitutas são pessoas que são vista de tal maneira alem de era julgada e Pablo picasso tentou transmitir a ideia de que essas mulheres eram também vistas como objeto de prazer dos homem, nada mais que um objeto.
Não podemos dizer qual das obras seria mais arte do que a outra, pois ambos são de culturas e épocas diferentes. Deveriamos aprecia-la cada uma com os criterios apropriados, mais isso não nôs impede de colocar-las lado a lado em uma explosição , como também dividi-las por categoria como de etinia ou até mesmo de época. mais de qualquer modo poderiamos aprecia-las e refletir muito bem!

Grupo participante:
Camila de Souza
Débora Cristina(redatora)
Gabriel Lima
Marina Arikawa
Regiane Dias
Rosineide Pimentel

terça-feira, 20 de março de 2012

Aula 03. Arte e beleza: O domínio da natureza na Grécia e no Renascimento

Principais tópicos abordados:
1. A noção de mimesis entre os gregos
2. Os períodos da arte grega
3. As ordens da arquitetura grega
4. Escultura na Grécia clássica
5. Princípios gerais do Renascimento na Itália
6. Composição e técnicas renascentistas
7. Estudo de caso: A ninfa Galateia e O martírio de São Sebastião







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quinta-feira, 15 de março de 2012

Máscaras africanas e a obra de Pablo Picasso



Apesar de suas semelhanças nas formas geométricas, como por exemplo, o rosto e o nariz alongado. As duas obras são de diferentes culturas, época e sociedades.
A mascara que era utilizada por juizes, representando serenidade, autoridade, neutralidade e impondo respeito em seus julgamentos, tem extrema importância na cultura Fang.
Por sua vez a obra de Pablo Picasso inspirada no artefato Africano, retrata a realidade das belas mulheres que trabalhavam em bordéis, de uma forma que não viesse a escandalizar a sociedade daquela época.
O quadro "Les Demoiselles d’Avignon" é de grande importância para historia da arte, pois foi à partir dele que nasceu o Cubismo, uma arte moderna e evolutiva para aquele tempo.



Autores:
Diego Veiga
Elyelza de Jesus
Jefferson Almeida
Kananda Martins
Osmar Ferreira

terça-feira, 13 de março de 2012

Plágio, paráfrase e citação: Normas para empregar textos alheios em trabalhos acadêmicos

Pessoal,

Conforme conversamos em sala de aula, segue o material de referência para vocês a respeito de plágio, paráfrase e citação. Reforçando o que já falei: qualquer forma de plágio, se identificada, anulará automaticamente a nota do trabalho. Usem e abusem das paráfrases e das citações para evitar surpresas desagradáveis.

E fica uma dica: reservem as citações, especialmente as longas, para circunstâncias especiais, quando vocês acham que não podem prescindir das palavras exatas do autor. Procurem sempre, na medida do possível, privilegiar as paráfrases.



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Aula 02. Conceitos essenciais II: Arte, história, cultura

Principais tópicos abordados:
1. Jorge Coli - "Arte para nós"
2. Descrição pré-iconográfica da obra de arte
3. Análise iconográfica da obra de arte
4. Interpretação iconológica da obra de arte
5. Estudo de caso: Os artistas e a guerra

Para quem não conhecia a interpretação de Tintoretto da cena da última ceia, vale a pena a leitura de um pequeno texto a seu respeito (clique aqui para acessar). Leitores atentos poderão notar que o autor do texto abordou elementos pré-iconográficos, iconográficos e iconológicos, compondo uma leitura breve mas abrangente da obra de arte.



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segunda-feira, 12 de março de 2012

Capítulos de Leitura Básica - PLT


Como combinamos em sala de aula, segue uma lista com os nomes dos capítulos de leitura básica referentes a cada uma das nossas aulas. O PEA traz apenas a numeração de páginas na edição atual, que não bate com a numeração das edições mais antigas do livro. Quem estiver usando edições antigas (como a edição cuja capa está retratada na imagem ao lado) deve se guiar pelos nomes dos capítulos, listados abaixo:



06/03 – 11. A arte pré-colombiana
             12. A arte dos indígenas brasileiros

13/03 – Introdução: A arte na História

20/03 – 4. A arte na Grécia
             9. O Renascimento na Península Itálica

27/03 – 2. A arte no Egito
             5. A arte em Roma
 18. A influência da Missão Artística Francesa na arte brasileira

10/04 – 8. A arte gótica
             13. O Barroco na Península Itálica
             15. O Barroco no Brasil

17/04 – 16. A transição do século XVIII para o século XIX

24/04 – 19. O Impressionismo
             21. O final do século XIX na Europa

08/05 – 22. Século XX: primeira metade (I)
             23. Século XX: primeira metade (II) – Outras tendências

15/05 – 25. O Brasil começa a viver o século XX: o Movimento Modernista
             26. Artistas e movimentos após a Semana de Arte Moderna

22/05 – 29. A arte da segunda metade do século XX (I)

06/06 – 31. As novas linguagens da arte

Vadiação, gravura de Carybé

A Capoeira surgiu no Brasil por escravos que vinham da Africa, muitos deles angolanos. Quando chegaram ao Brasil os africanos tiveram a necessidade de criar uma tatica de defesa. Como são um povo de origem alegre e dançante criaram a capoeira, que na maioria dos casos mas se camuflava e se camufla como uma dança do que como uma luta e por esse motivo diversas vezes tem o uso da expresão "Dança de Capoeira".
Conclui-se que Carybé tinha uma relação positiva com o Brasil e suas culturas pelo fato dele ter vivido no estado da Bahia por muitos anos. Sua gravura chamada Vadiação retrata uma roda de capoeira em um lugar público, as cores são fortes e vivas e por esse motivo temos a impresão de ser uma manifestação alegre e harmoniosa. Sua obra nos parece ter um ar de protesto em cada tom ali existente, para que as pessoas que julgam a capoeira e a cultura baiana vejam o contraste  do titulo da obra e suas pré definições com a realidade retratada no quadro.

Autores:
Adriano Dutra
Evandro Gardin
Gean Henrique
Jorge Amorin
Simone Ribeiro
Thaís Alarcon (Redatora)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Vadiação (Carybé)




Na aula do dia 28/02 aprendemos algumas noções básicas de como interpretar um quadro, utilizamos o quadro do artista argentino Carybé, onde utilizamos um critério muito interessante para descrever esse quadro em grupo, criando uma espécie de debate de opiniões, onde encaixamos todas as respostas dos integrantes do grupo em uma só, assim ficando mais dinâmico e possibilitando de todos participar.

Bom, na obra de Carybé (Vadiação) percebemos q retrata uma roda de capoeira, dança tipica brasileira encontrada em estados como Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro, uma dança afro-descendente, no caso praticado por brasileiros que utilizavam essa dança como um lazer, ou refúgio para os escravos.

Essa obra tem a intenção de mostrar ao público, o cotidiano do afro-descendente e dos que seguem essa cultura, mostrar uma manifestação alegre, festiva do povo baiano sendo assim tão famosa pelo mundo inteiro.

Sendo assim uma obra que gera uma certa polêmica em relação ao nome por se chamar vadiação, na época, que poderia ser ter sido feito esse quadro entre 1960 e 1970, era dificil encarar a capoeira como uma manifestação cultural ou como arte por isso o nome de vadiação; Mas pelo pouco que sabemos de Carybé, é óbvio que ele ironizou esse quadro dando um nome negativo, mas retratando muito positivamente a figura do quadro, sendo muito enriquecido com cores alegres, muitas cores quentes, que passa realmente a identidade do povo baiano

Assim fazendo o artista Carybé se identificar muito com a cultura baiana, retratando toda sua experiência de vida na Bahia e essa talvez seja a sua verdadeira identidade cultural.

Autores:
Cauê Resende (redator)
Itala Gonçalves
Leonardo Troaiano
Robson Almeida
Felipe Braz

terça-feira, 6 de março de 2012

Aula 01. Conceitos essenciais I: os usos da arte

Principais tópicos abordados:
1. O conceito de arte
2. A Estética romântica
3. Beleza e expressão
4. Museus e instituições artísticas
5. Finalidades práticas da arte
6. Estudo de caso: Arte africana e o cubismo

Para quem tiver interesse nas obras que estudamos em nosso estudo de caso, seguem dois links: a página do Museu de Arte de Denver que abriga a máscara que estudamos e o verbete da Wikipedia sobre As Senhoritas de Avignon.



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